Pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram um painel solar feito de tecido. Projetado para ser leve e flexível, ele é capaz de se mover acompanhando a direção do Sol, assim como um girassol. A tecnologia, batizada de HelioSkin, promete expandir o uso da energia solar para locais onde os painéis tradicionais não podem ser instalados.
O que é: HelioSkin, um painel solar flexível e leve, feito de tecido e criado com uma impressora 3D.
Inspiração: o heliotropismo, movimento que as plantas, como o girassol, fazem para seguir o sol e maximizar a captação de luz.
Vantagens: por ser leve e flexível, pode revestir prédios, toldos e estruturas curvas, ao contrário dos painéis rígidos e pesados.
Status: A tecnologia é promissora, mas ainda não foi testada em condições reais.
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A principal vantagem da inovação é sua versatilidade. Enquanto os painéis solares convencionais, feitos de vidro e metais pesados, podem ultrapassar os 18 quilos e exigem estruturas de suporte robustas, o tecido 3D é significativamente mais leve e flexível. Isso permite sua aplicação nas mais variadas superfícies, como fachadas de edifícios, toldos e outras estruturas arquitetônicas onde a instalação de painéis rígidos é inviável.
Os desenvolvedores afirmam que o custo de produção e a eficiência energética do novo material são competitivos com os da tecnologia atual. No entanto, a HelioSkin ainda se encontra em fase de protótipo e não foi testada no mundo real.
Apesar de promissora, a tecnologia ainda precisa comprovar sua eficiência, durabilidade e resistência às diversas condições climáticas, além de sua viabilidade econômica em larga escala, para de fato se consolidar como uma alternativa no mercado de energia renovável.